Crônica “Arrastão” – 22.01.2013

Ilustração para crônice de Paulo Clóvis

Ilustração para crônica de Paulo Clóvis

“A vida tem pouco valor na Armação da Praia. Sobretudo a vida marinha e a vida como sinônimo da qualidade da água e do ar, para humanos, plantas e animais. Explico: enquanto nativos da enseada – portanto, gente que teria a ganhar com a preservação do habitat – usam o arrastão para caçar uma dúzia de camarões visando à pesca do dia seguinte, dizimando os que estão em fase de crescimento, os loteamentos se entopem de lixo, boa parte dele reciclável, espalhando o mau cheiro, porque não existe a cultura da preservação. Garrafas pet, vidro e latinhas abundam nas calçadas e terrenos baldios….”

©mendes 2012 entre em contato
publicado no jornal Notícias do Dia 22.01.2013

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