Crônica “Do que você me chamou?” – 04.10.2012

Ilustração para a crônica de Roberto Szabunia

“O exemplo é manjado, mas é um dos melhores para ilustrar o que Sigmund Freud definiu como ato falho, a ação de dizer ou fazer algo reprimido – como no caso acima, da enigmática Maria – ou simplesmente de cometer um erro por distração – por exemplo, escrever Ari Toledo quando a intenção era se referir a Ari Leite, como fiz na semana passada (agora, ressuscito o Toledo).Quem já não se pegou – ou foi pego – trocando um nome ou entregando o potinho de açúcar quando alguém pediu o sal? Às vezes pode ser constrangedor. Quando, por exemplo, você fica horas conversando com um amigo, e a certa altura ele questiona: “Por que raios você tá me chamando de João? Eu sou o Zé!”. Agora você já sabe: quando isso acontecer, justifique com Freud. “Pô, foi mal aí. Foi um ato falho.”

©mendes 2012 entre em contato
publicado no jornal Notícias do Dia 04.10.2012

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