Crônica – 02.10.2012

Ilustração para a crônica de Paulo Clóvis

“Riobério só podia ter simpatia por taxistas. Foi o que pensaram quando ele usou de suas relações com os astros para desarticular toda a teia de deslocamentos na cidade. Foi um salseiro, ninguém mais se entendia, era uma mescla de lamentações com impropérios, e nada de o mago de última hora desfazer a maldade que causou, sabe-se lá com que fins, a milhares de munícipes ingênuos e desarmados.Foi aí que entraram em cena os sujeitos que dirigiam os chamados “carros de praça”. Eles passaram a ser mais solicitados, tiveram problemas para dar conta da demanda, enfrentaram um nível de estresse acima do comum. A compensação era no bolso, porque a receita crescia na medida em que o trabalho quintuplicava na região….”

©mendes 2012 entre em contato
publicado no jornal Notícias do Dia 02.10.2012

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