Crônica “A tragédia dos amantes ingleses” – 30.08.2012

Ilustração para a crônica de Evandro Duarte

“Na frente do Castelo de Buckingan, Augusto caminha com o corpo de Júlia nas mãos, sob os olhares do rei e da rainha da Inglaterra.Augusto – Tal qual uma vela que se apaga, teu coração parou de bater por mim num átimo de vento silencioso. Antes, imerso num mundo de loucura, entre devaneios recém adquiridos, sequer reparei nestes acontecimentos vis que te levaram aos lugares mais recônditos do inconsciente. E, quando da loucura retirei-me, logo tomasse meu posto como um fiel soldado em noites de vigília. E teus crepúsculos sempre eram assustadoramente longos. O êxtase que sentias à chegada da Lua advertia-me que algo sombrio estava por acontecer….”

©mendes 2012 entre em contato
publicado no jornal Notícias do Dia 30.08.2012

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