Crônica “Nos braços do cotidiano” – 28.08.2012

Ilustração para a crônica de Donald Malschitzky

” “Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boa de hortelã.” 

      Às vezes dá raiva ouvir Chico Buarque: pensa-se “Deus” e ele já escreveu uma obra prima de desafio chamada “Deus lhe pague”; sente-se cansaço da vida e lá vem ele: “No   meu descaminho/ diz que estou sozinho/ e sem saber de mim”; tijolo, e a loucura das proparoxítonas  de “Construção” nos dão uma sova;  imagina-se uma história de amor de porto e “Minha História”, sua versão de “Gesù Bambino” dá uma aula de competência com “Esperando, parada, pregada/ na pedra do porto/ com seu único velho/ vestido cada dia mais curto”. E isso, mais “Cotidiano”, que abre este escrito, e  um bom número de pinturas de poesia, apenas de 1971! Mas arrisco….”

©mendes 2012 entre em contato
publicado no jornal Notícias do Dia 28.08.2012

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s